Em apenas 12 semanas você vai aprender inglês guardando cada palavra nova num lugar que já existe na sua cabeça e vai conseguir conversar com qualquer pessoa como se fosse um nativo, usando apenas 30 minutos do seu dia.
Toque aqui para garantir que vai falar inglês em 12 semanas
A palavra está lá. Ela só não aparece na hora, e quando aparece, já passou.
Isso não é falta de estudo. É falta de endereço: você guardou tudo no mesmo lugar, misturado, sem nada pra puxar. É por isso que você entende o filme e trava no "hi, how are you".
Nos próximos 40 dias você vai fazer o contrário. Cada palavra vai ter um lugar. E lugar a gente não esquece.
Quero o Guia de 40 dias
Presta atenção no que acontece quando alguém fala com você em inglês.
Você ouve. Traduz pro português. Monta a resposta em português. Traduz de volta. E só aí abre a boca.
Quatro etapas. A conversa tem espaço para uma.
Quando você finalmente fala, o assunto já virou outro, e aí vem a parte que dói, que não é o erro. É o silêncio. É a pessoa completando a sua frase por educação.
Todo curso que você fez alimentou esse tradutor. Verbo na coluna da esquerda, significado na coluna da direita. Você não aprendeu inglês, você aprendeu a converter, e conversão custa tempo que conversa não tem.
O guia não te ensina a converter mais rápido. Ele desliga a conversão.
Em 2017 a revista Neuron publicou um estudo do laboratório de Martin Dresler que pegou gente comum, sem talento nenhum pra memória, e treinou com o método dos loci. O protocolo: 40 dias, 30 minutos por dia.
Antes do treino, essas pessoas lembravam em torno de 26 palavras de uma lista de 72. Depois dos 40 dias, 62. O grupo que não treinou nada melhorou 7 palavras. O grupo que treinou memória de outro jeito, 11. E quatro meses depois, sem treinar mais nada, os do palácio ainda lembravam 22 palavras a mais do que no começo. O ganho não evaporou.
Os pesquisadores ainda escanearam o cérebro dos participantes: depois dos 40 dias, os padrões de conexão pareciam com os de campeões mundiais de memória.
O número que interessa pra você: o protocolo testado é de 40 dias. O guia tem 40 dias. Isso não é coincidência de marketing, é o guia construído em cima do protocolo.
O inglês tem umas 170 mil palavras em uso. Esse número assusta e é inútil, porque numa conversa real quase nenhuma delas aparece.
Paul Nation, que é a maior referência do mundo em vocabulário de segunda língua, mediu o que as pessoas de fato falam. O resultado: As 1.000 palavras mais frequentes cobrem entre 81% e 84% de uma conversa espontânea em inglês. As 2.000 primeiras chegam a 89%.
Ou seja: com as 1.200 palavras certas na cabeça, você entende em torno de 8 de cada 10 palavras que saem da boca de uma pessoa real. Não é o inglês do vestibular. É o inglês do aeroporto, da reunião, do jantar. As outras 168.800 palavras? Elas aparecem uma vez cada dez anos, e quando aparecem você pergunta.
O guia tem exatamente essas 1.200 — 30 por dia, 40 dias, na ordem em que a vida usa: primeiro o concreto (o que você vê e toca), depois ação e qualidade, e só no fim o abstrato.
Essa é a parte que ninguém te contou, e é a razão de você ter feito três cursos e não falar.
Em 2006, Roediger e Karpicke fizeram um experimento cruel. Dois grupos estudaram o mesmo material. Um releu várias vezes. O outro leu uma vez e depois se testou, sem olhar.
Cinco minutos depois, o grupo que releu lembrava mais: 81% contra 75%. Uma semana depois, o grupo que testou caiu para 42% enquanto o que se testou caiu para apenas 56%.
Leia de novo esses quatro números, porque eles explicam a sua vida inteira de estudo.
Reler te deixa com a sensação de que aprendeu, e essa sensação é tão boa que você repete o método por anos. Só que a sensação é a única coisa que sobra na semana seguinte.
É por isso que o guia te manda cobrir a coluna. Toda palavra, todo dia, você tem que puxar de dentro antes de conferir. Dói mais. É mais lento. É o que fica.
Fecha os olhos e vai da porta da sua casa até a sua cozinha.
Você acabou de fazer isso sem esforço nenhum. Não decorou esse caminho, ninguém te ensinou, e você não vai esquecer ele nem daqui a vinte anos.
Essa é a única parte da sua memória que nunca falhou com você: a memória de lugar.
A construção de palácios da memória, faz exatamente isso: pendura a informação nova em lugares que você já conhece. Você não guarda a palavra. Você guarda onde a palavra está. E vai buscar andando.
É por isso que decoreba falha e o caminho de casa não.
E a cada dez dias, você não recebe cômodo nenhum: você percorre o andar inteiro e vê quais palavras escaparam. Só essas voltam pra fila.
Você já sabe que estudar tudo de uma vez não funciona. O que você talvez não saiba é o tamanho da diferença. A maior revisão já feita sobre isso, 317 experimentos, quase 15 mil pessoas, comparou estudar espaçado contra estudar tudo junto.
Onze pontos, de graça, só por respeitar o intervalo. Por isso os dias 10, 20, 30 e 40 do guia não são dias de matéria nova. São os dias em que você volta e busca o que guardou.
Quem pula esses quatro dias não fez o método, fez uma lista.
As coisas que você vê e toca. Casa, comida, corpo, roupa, rua, dinheiro, trabalho. É o andar que resolve viagem, pedido, compra e apresentação, e é onde a fala destrava, porque você consegue apontar pro que está falando.
Os verbos que aparecem em toda frase e os adjetivos que dão cor. É aqui que a frase deixa de ser palavra solta e vira frase.
Tempo, ideia, sentimento, opinião, causa. As palavras que não têm onde pendurar no mundo real — e que por isso são as que todo mundo esquece. Elas entram por último, quando o seu palácio já tem parede.
Revisão do andar inteiro. 300 palavras por vez, cobrindo e puxando.
De R$ 197,00
Por: R$47,00
Não é garantia de sete dias pra você "dar uma olhada". É pra você fazer. Dez dias, quinze minutos por dia. No dia 10 você faz a primeira revisão e vê, com os seus olhos, quantas das 300 palavras você puxa sem olhar.
Se você fez e o número te decepcionou, pede o dinheiro de volta e fica com o guia. Não vou pedir explicação.
Quinze minutos. O guia é construído pra caber num intervalo de almoço ou numa fila de banco.
Não. Os vinte primeiros dias são palavras que você aponta com o dedo. Mas se você já estudou e trava na hora de falar, é pra você também — provavelmente mais ainda.
Não. É um guia de trabalho: você recebe o cômodo do dia, pendura as palavras, fala em voz alta e testa. Sem vídeo pra assistir passivamente, que é justamente o que não funciona.
As pessoas do estudo também achavam que tinham. Nenhuma era campeã de nada antes dos 40 dias. O que mudou não foi a memória — foi o lugar onde elas passaram a guardar.
Em som aproximado, do jeito que um brasileiro lê, com a sílaba forte em MAIÚSCULA. Você não precisa saber fonética pra falar certo.
Você retoma de onde parou. O que não pode é pular as revisões dos dias 10, 20, 30 e 40 — essas são o método.
O palácio sim, a técnica é a mesma. Esse guia é de inglês.
Você recebe via e-mail e WhatsApp
Você vai ter as 1.200 palavras que cobrem oito de cada dez palavras de uma conversa de verdade. E vai ter elas guardadas num lugar de onde não fogem: a sua casa.
A pergunta não é se você consegue. É se você vai gastar os próximos quarenta dias fazendo isso, ou fazendo de novo o que já não funcionou três vezes.
Quero começar o dia 1Acesso imediato Pix, cartão ou boleto